Núcleo Empresarial

CENTRO DE INVESTIGAÇÃO APLICADA PARA A INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE EM PMES

Paralelamente ao ensino, a ESCOLA SUPERIOR DE NEGÓCIOS ATLÂNTICO desenvolve uma intensa atividade de Consultoria Empresarial, há mais de 25 anos, tendo criado uma REDE DE EMPRESAS (ECOSSISTEMA EMPRESARIAL) que, dada a solidez e qualidade do trabalho efetuado, associados aos numerosos Eventos realizados na Escola (Seminários, Feira de Empresas, Jantares-Debate, etc.), criaram uma ligação forte e sustentável de onde fazem parte inúmeras empresas e Associações da REGIÃO NORTE.

Em 2004, a ATIVIDADE DE CONSULTORIA DA ESCOLA SUPERIOR DE NEGÓCIOS ATLÂNTICO e a sua INTERAÇÃO COM AS EMPRESAS foram centralizados num Centro de Estudos denominado NPME – NÚCLEO DE APOIO À GESTÃO DE PMEs. O NPME funcionava como um Centro Autónomo, com estatutos e órgãos de gestão próprios. A gestão do NPME foi entregue a um grupo de Docentes com competências multidisciplinares, conjugando a competência académica com uma forte experiência profissional. Tanto os membros da Direção do NPME como os consultores do Núcleo mantiveram sempre uma carreira profissional paralela ao ensino, sendo muitos deles empresários com uma atividade de consultoria própria.

Nos últimos quatro anos, em numerosas ocasiões, os responsáveis dessas Empresas foram desafiando os Docentes responsáveis pelo NPME para corporizarem a relação numa entidade autónoma da ESCOLA SUPERIOR DE NEGÓCIOS ATLÂNTICO, onde todas as Empresas pudessem intervir. Surgiu então a ideia de criar uma Associação que centralizasse toda esta intensa atividade.

Em 2014, perante essas solicitações, com a anuência e o apoio da Direção da ESCOLA SUPERIOR DE NEGÓCIOS ATLÂNTICO, os Docentes autonomizaram o Núcleo e projetaram uma Associação – “ASSOCIAÇÃO ATLBC – CENTRO DE INVESTIGAÇÃO APLICADA PARA A INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE EM PMES” – que foi finalmente criada em janeiro de 2015. A Associação tem como associados os Docentes da ESCOLA SUPERIOR DE NEGÓCIOS ATLÂNTICO, ligados ao NPME e as Empresas que fazem parte dessa rede.

A ATLBC é uma Associação Empresarial que tem por objetivo apoiar a atividade empresarial, em Geral, e a sustentabilidade das empresas, em particular, estimulando a iniciativa privada, o empreendedorismo, a inovação, a investigação e a formação, promovendo o desenvolvimento da economia de mercado, a criação de riqueza e uma melhor prestação de contributos à comunidade em todos os aspetos socioeconómicos da atividade empresarial.

A ADECE – Associação para o Desenvolvimento de Consultoria Aplicada em Ciências Empresariais foi constituída no início de 2016, dando seguimento a uma estratégia definida no seio da ADEACE – Associação para o Desenvolvimento de Estudos Aplicados em Ciências Empresariais de autonomizar a sua atuação enquanto Associação Empresarial. A ADEACE foi criada em 2004 por um conjunto de personalidades e empresas ligadas ao ensino e á formação profissional. O objetivo principal foi criar um fórum onde os associados, (formadores a empresas da formação) pudessem movimentar influências e desenvolver projetos na área da formação. Porém, com o passar dos anos, a ADEACE afastou-se da missão que tinha sido definida na sua génese e passou a orientar a sua atuação para os serviços a empresas e a promoção de projetos com cariz profundamente empresarial. A Direção da ADEACE com a entrada do Portugal2020 decidiu separar a defesa dos interesses na área da formação da atividade como associação empresarial, tendo assim surgido a ADECE. A ADECE é assim “herdeira” da experiência, conhecimento, parcerias e contactos da ADEACE, apresentando um elevado potencial de envolvimento no tecido económico, social e cultural da região Norte, como resultado dos vários projetos estruturantes que a ADEACE criou e desenvolveu.

De acordo com os seus estatutos, a ADECE apresenta como missão apoiar a atividade empresarial, em geral, e a sustentabilidade das empresas, em particular, estimulando a iniciativa privada, o empreendedorismo, a inovação, a investigação e a formação, promovendo o desenvolvimento da economia de mercado, a criação de riqueza e uma melhor prestação de contributos à comunidade em todos os aspetos socioeconómicos da atividade empresarial.

Apesar da sua juventude, a ADECE tem já projetos de externa relevância para os seus associados, e para o mercado em geral. Está assim previsto para fevereiro de 2017 o arranque de uma nova edição do Programa Formação PME, um programa que disponibiliza consultoria e formação, sem custos para as empresas participantes, com intervenções a incidirem sobre 3 áreas de elevada importância para as empresas:

  • Organização e Gestão, apoiando a qualificação e reforço de competitividade
  • Internacionalização, desenvolvendo novos modelos empresariais para a internacionalização
  • Economia Digital, reforçando o posicionamento e notoriedade das empresas

Por seu lado o projeto Qualificar, desenvolvido no âmbito do Sistema de Incentivos para Ações Coletivas, pretende dar resposta ao problema da falta de sensibilização e de conhecimento das PME da Região Norte no que concerne as oportunidades de qualificação e formação existentes e os benefícios e impactos que a sua implementação pode significar, ao nível da produtividade, inovação e criação de valor junto do seu capital humano, que se refletirá no reforço da sua competitividade. O objetivo geral é sensibilizar e informar prioritariamente as PME da Região Norte, que atuam ou poderão vir a atuar nos domínios da RIS3 “ Cultura, criação e moda” e “Capital Humano e Serviços Especializados”, sobre o enquadramento e as medidas e

oportunidades da formação e qualificação em inovação disponíveis, proporcionando-lhes instrumentos que as poderão ajudar no seu diagnóstico, na procura das modalidades mais adequadas ao seu caso e na disseminação de boas práticas com impactos diretos sobre a sua competitividade e sempre com ênfase em formação com impacto na inovação

É de destacar o importante papel que a Escola Superior de Negócios Atlântico e a sua entidade instituidora Espaço Atlântico – Formação Financeira SA, tiveram ao nível do empreendedorismo, com o Programa JEEP – Jovens Empresários de Elevado Potencial. O Programa funcionou durante 15 anos, apoiando inúmeros jovens a criarem a sua própria Empresa sendo, conjuntamente com a ANJE – Associação Nacional de Jovens Empresários (curiosamente, que mais tarde viria a ser um dos acionistas da Espaço Atlântico), um dos pilares fundamentais para a empreendedorismo no norte do país. O Programa JEEP foi acompanhado pela criação de vários ninhos de Empresas para alunos e antigos alunos, no Edifício Heliântia e em instalações de Empresas parceiras, encontrando-se 3 ainda em funcionamento.

De então até aos dias de hoje essa filosofia manteve-se e ampliou-se, fazendo sentir a diferentes níveis. Desde logo, ao nível da gestão, porque, contrariamente à maior parte das Instituições de Ensino, a entidade instituidora da Escola Superior de Negócios Atlântico não é uma cooperativa, mas sim uma sociedade anónima. Depois, nas metodologias de ensino, que seguem as tradições das melhores Business School anglo-saxónicas, o que se reflete na seleção de Docentes (todos com experiência profissional na área que lecionam), na estrutura de cursos (com disciplinas eminentemente viradas para a realidade Empresarial) e nas metodologias de avaliação (essencialmente com projetos e análise de casos). Finalmente, porque paralelamente ao ensino, a ESCOLA SUPERIOR DE NEGÓCIOS ATLÂNTICO, desenvolve uma intensa atividade de consultoria Empresarial.

Em 2004, a Atividade de Consultoria da Escola Superior de Negócios Atlântico e a sua interação com as empresas foram centralizados num centro de estudos denominado NPME – NÚCLEO DE APOIO À GESTÃO DE PMES. o NPME funcionava como um centro autónomo, com estatutos e órgãos de próprios. a gestão do NPME foi entregue a um grupo de docentes com competências multidisciplinares, conjugando a competência académica com uma forte experiência profissional. tanto os membros da direção do NPME como os consultores do núcleo mantiveram sempre uma carreira profissional paralela ao ensino, sendo muitos deles empresários com uma atividade de consultoria própria.

Ao longo de 10 anos, o NPME manteve uma intensa atividade de consultoria a PMEs, das quais se destacam algumas áreas e projetos e parcerias estabelecidas.

Em 2008, a ESCOLA SUPERIOR DE NEGÓCIOS ATLÂNTICO, através do NPME, iniciou um Projeto de Consultoria em Parceria com o IAPMEI, denominado ACADEMIA PME. Este Programa teve 4 edições e foi

totalmente implementado pela da ESCOLA SUPERIOR DE NEGÓCIOS ATLÂNTICO, envolvendo 78 empresas, com 3.817,5 horas de formação e consultoria.

Ainda 2008, o NPME iniciou o seu projeto mais importante, tendo sido selecionada para efetuar consultoria a Empresas da ADEACE – Associação para o Desenvolvimento de Estudos Aplicados em Ciências Empresariais, num programa denominado FORMAÇÃO PME, coordenado pela AEP – Associação Empresarial de Portugal. O Programa teve 4 edições, tendo o NPME prestado 7.173 horas de consultoria e 7.279 horas de formação a 62 Empresas, num Programa com o valor de 902.094 euros. O Programa manteve-se até hoje, tendo existido várias intervenções na área da internacionalização.

Paralelamente, o NPME estabeleceu parcerias que ultrapassaram o âmbito nacional, tendo participado em dois importantes projetos internacionais nomeadamente o Projeto MOPEM – MOPEM – Marketing on-line Path to Enter new Markets” que surgiu para dar resposta à escassez de oferta de recursos sobre marketing avançado disponíveis e apropriados para funcionários de empresas e coordenou um Projeto de colaboração com a VPU (Verband Portugiesicher Unternehmen in Deutschland) e a FEPA (Federação dos Empresários Portugueses na Alemanha), visando a execução de ações no âmbito do Projeto Europeu “Reconhecer, Analisar e Agir no Contexto da Mudança Internacional”.

O NPME (representando a Escola Superior de Negócios Atlântico ) para a prossecução dos seus objetivos, foi membro fundador da Rede Atlântico, um consórcio envolvendo várias Instituições de Ensino Superior na área da gestão da Zona Norte: a ESCOLA SUPERIOR DE NEGÓCIOS ATLÂNTICO, o IPVC – Instituto Politécnico de Viana do Castelo, o ISVOUGA – Instituto Superior de Entre Douro e Vouga, o ISPAB – Instituto Superior de Paços de Brandão, o UNISLA – Instituto Superior de Línguas e Administração e o ISMT – Instituto Superior Miguel Torga.

Em 2011, o NPME foi contratado para 3 ações do PROJETO FORMAÇÃO PARA EMPRESÁRIOS, pela AEBA – Associação Empresarial do Baixo Ave, a AEA – Associação Empresarial de Amarante e a ADEACE – Associação para o Desenvolvimento de Estudos Aplicados em Ciências Empresariais. No total dos 3

projetos, o NPME prestou 3.810 horas de consultoria e 525 horas de formação a 76 PMEs, num Programa com o valor de 321.694 euros.

O NPME é também responsável pela intervenção estruturada que se efetua em empresas Programa de MBA da ESCOLA SUPERIOR DE NEGÓCIOS ATLÂNTICO, num Projeto Final denominado Casos de Estratégia Empresarial. Neste Projeto, os alunos, reunidos em grupos, efetuam uma imersão de 12 meses em Empresas, para detetar e resolver um Caso, coordenados por um Docente. Estas intervenções iniciaram-se em 2002, tendo já abrangido quase 100 empresas. Nos últimos 5 anos, muitas das intervenções foram na área da internacionalização.

Pelo facto de desenvolver projetos de Investigação e Desenvolvimento (I&D), o NPME é certificado pela Agência de Inovação (ADI), tendo realizado vários projetos de I&D, no âmbito do Sistema de Investigação e Desenvolvimento Empresarial (SIFIDE). Até ao momento, foram aprovadas candidaturas envolvendo um Investimento total em I&D (1.191.294 euros). Nos últimos 3 anos, entre Docentes e investigadores, estiveram ligados aos projetos de I&D do NPME cerca de 20 pessoas. No final do ano passado, no inquérito anual ao Potencial Científico e Tecnológico Nacional (IPCTN11), promovido e publicado pela Direção-Geral de Estatísticas da Educação e da Ciência (DGEEC), do Ministério da Educação e da Ciência (MEC), foram reportadas 9 pessoas em atividades de I&D.

O NPME é também responsável pela colocação de estagiários da ESCOLA SUPERIOR DE NEGÓCIOS ATLÂNTICO. O Estágio faz parte do Plano de Estudos dos 3 cursos de Licenciatura (no último semestre), desde 1999. Em função disso, cerca de 1.200 Empresas receberam estagiários da ESCOLA SUPERIOR DE NEGÓCIOS ATLÂNTICO, tendo a partir daí, de uma ou outra forma, mantido o contacto com o NPME.